outubro
6

Reuters

Cansado de todas aquelas manobras para parar e tirar o carro da vaga? A Nissan Motor pode ter a solução. A segunda maior montadora de veículos do Japão desenvolveu um carro-conceito que tem uma cabine montada sobre uma plataforma equipada com rodas e que pode girar 360 graus.

O desenvolvimento elimina a necessidade de engrenar a ré durante manobras. “Com esse recurso, estacionar em lugares apertados é fácil”, afirmou o chefe de projeto Masato Inoue a jornalistas durante apresentação do veículo elétrico para três ocupantes, nesta semana.

O carro, chamado de Pivo, em referência ao termo “pivô”, funciona com um sistema experimental chamado “drive-by-wire”, que elimina a necessidade de conexões mecânicas entre a cabine o chassis. Direção, freios e mudança de marchas são feitos por meio de sinais eletrônicos.

O sistema é a versão para veículos da tecnologia fly-by-wire, que vem sendo usada em aviões comerciais há mais de uma década. A Nissan vai exibir o Pivo no Tokyo Motor Show, que será aberto ao público em 22 de outubro. Na demonstração do carro nesta sexta-feira, um motorista comandou o Pivo, que tem 2,7 metros de comprimento, em uma vaga apertada.

Depois, ele girou a cabine apertando um botão para poder olhar para trás e sair da vaga em um movimento. “Com o conceito Pivo, queremos demonstrar a miríade de possibilidades que o drive-by-wire pode conseguir”, disse Inoue.

Shiro Nakamura, celebrado projetista chefe da Nissan, disse que a aplicação comercial do Pivo deve demorar uma década para chegar ao mercado.

Fonte: tecnologia.terra.com.br

0
setembro
22

Carro voador fica pronto em 2009

Posted In: Tecnologia by Fabi Bombinha

Blade Runner foi um emblemático. Aquele filme de ficção científica de 1982,

ilustrando uma visão negra e futurística de Los Angeles em Novembro de

2019, nos dava a impressão que um futuro breve seria totalmente

diferente. Imaginávamos que o ano de 2000 seria um marco -

os carros ‘andariam’ em estradas aéreas, conviveríamos harmoniosamente

(ou não) com robôs e andróides… enfim, obviamente um engano.

Mas agora um pouco desta magia que Blade Runner implantou na

mente de várias pessoas está nascendo, a empresa Urban Aeronautics

tem planos de lançar o primeiro carro voador no começo de 2009.

Segundo os desenvolvedores do X-Hawk, o veículo pode viajar a uma

velocidade de 70 m/s e se elevar a uma altura de 3.000 metros.

O ‘carro’ pode pousar e decolar na vertical como um helicóptero.

Ele também pode encostar-se nos prédios sem risco de danificar hélices

ou rotores, o que pode auxiliar em salvamentos caso o veículo seja utilizado

por bombeiros ou militares.

Ainda não há previsão de preço para o X-Hawk.
Fonte: obutecodanet.blig.ig.com.br

9
setembro
19

Desenho do Terramel

Posted In: Tecnologia by Fabi Bombinha

Esse desenho My love Terramel fez na aula de computação gráfica! Ficou muito bonito, my love!

Esse desenho não foi feito com o mouse não, foi feito tudo em códigos!

Ser cdf de uma Faculdade Estadual de tecnologia é foda!

Quem pode, pode!

Fonte: Terramel

2
setembro
19

Meebo, sabe o que é?

Posted In: Tecnologia by Fabi Bombinha

Para quem não conhece, o portal meebo é uma ferramenta web de comunicação instantânea, que possibilita utilizar os mais diversos serviços de instant messaging como o MSN, Yahoo, ICQ, Jabber, GTalk, AOL e do próprio Meebo. O serviço utiliza técnicas do Comet e AJAX.


Outras das vantagens de usar este serviço é que, no caso de o cliente ter mais do que uma conta (por exemplo, eu tenho 2 contas de msn e mais 2 do yahoo), então desta forma posso ter activas as 4 contas ao mesmo tempo e comunicar com todos os meus contactos.

No caso do Bloggers ou outro tipo de sites, o Meebo disponibiliza um serviço denominado de MeeboMe que permite salas de chat no próprio site ou blog, entre utilizadores do mesmo. Assim, imaginamos no pplware, os utilizadores poderiam escrever os seus comentários, enquanto partilhavam/debatiam opiniões entre outros utilizadores que se encontrassem também online.

O Meebo é um serviço que existe desde Setembro de 2005 e conta já com 80 milhões de utilizadores diários.

Fonte: www.pplware.com

1
setembro
2

BANGCOC, Tailândia (Reuters) - A Tailândia suspendeu a proibição que havia imposto cinco meses atrás contra o YouTube depois de o site concordar em bloquear qualquer vídeo considerado ofensivo ao respeitado rei Bhumibol Adulyadej.

O ministro tailandês da Tecnologia da Informação e das Comunicações, Sitthichai Pookaiyaudom, ordenou nesta semana o cancelamento da proibição já que o Google, proprietário do YouTube, instalou filtros para impedir que os tailandeses acessem vídeos que insulam o monarca de 79 anos de idade, disse um funcionário do ministério.

Insultar a realeza é um crime grave na Tailândia.

O YouTube afirmou, em maio, que havia decidido, após selar um acordo com o governo tailandês, bloquear alguns vídeos ofensivos. Mas demorou vários meses para fazer isso.

A Tailândia enviou à diretoria do YouTube uma lista com 12 vídeos considerados ofensivos. Seis deles foram retirados pelos próprios criadores ou porque violavam o “código de serviço” do site, afirmou o YouTube em um comunicado.

O primeiro vídeo com ataques ao rei apareceu dias depois de um suíço de 57 anos ter sido condenado a dez anos de prisão por fazer uma pintura em grafite com imagens do rei por ocasião do aniversário dele, em dezembro. A condenação é bastante rigorosa estrangeiros.

Bhumibol, o mais longevo monarca em todo o mundo, com mais de 60 anos no cargo, perdoou o suíço, que foi deportado.

A resposta do YouTube ao pedido da Tailândia gerou debates sobre a liberdade de expressão na Internet.

Fonte: tecnologia.uol.com.br

0
agosto
24

Para ganhar popularidade, o Ubuntu aposta em três frentes: facilidade no uso, recursos gráficos avançados e distribuição em PCs vendidos nas lojas. Uma novidade da próxima edição, que será lançada em outubro, é a primeira versão para celulares.

No quesito facilidade, o Ubuntu deixou para trás a dor de cabeça de instalar um sistema Linux. Se antes o vídeo não funcionava ou o áudio não saía, com o Ubuntu esse tipo de problema raramente acontece. E a navegação é por meio de janelas, semelhante à do Windows.

Quanto aos gráficos, a versão atual já tem recursos que fazem, por exemplo, surgir um efeito de fogo ao fechar a janela. E isso deve ser intensificado. “A qualidade gráfica será um dos diferenciais para disputar usuários”, diz Mark Shuttleworth.

Comprar nas lojas PCs com Ubuntu também já é uma realidade. Neste ano, a Dell passou a vender nos EUA máquinas com o sistema. “Os fabricantes começam a perceber que há mercado. E as pessoas, vendo que terão suporte, tendem a aderir mais facilmente ao Ubuntu.” O celular é a maior novidade da próxima versão do Ubuntu, que até agora só funcionava em PCs. Shuttleworth não quis adiantar muito, mas disse que o sistema funcionará em smartphones. “No celular, sim, iremos competir em pé de igualdade com a Microsoft.”

Fonte: aprendik.blogspot.com

0
agosto
18

Projecto GNU

Posted In: Tecnologia by Fabi Bombinha

Logotipo GNU Em computação, o projeto GNU é um projeto iniciado por Richard Stallman em 1984, com o objetivo de criar um sistema operacional totalmente livre, aonde qualquer pessoa teria direito de usar, modificar e redistribuir o programa juntamente com seu código fonte, desde que garanta para todos esses mesmos direitos.

Este sistema operacional GNU deveria ser compatível com o sistema operacional UNIX, porém não deveria utilizar-se do código fonte do UNIX. Stallman escolheu o nome GNU porque este nome, além do significado original do mamífero Gnu, é um acrônimo recursivo de: GNU is Not Unix (em português: GNU não é Unix).

A partir de 1984 Stallman e vários programadores, que abraçaram a causa, vieram desenvolvendo as peças principais de um sistema operacional, como compilador de linguagem C, editores de texto, etc.

Em 1991 o sistema operacional já estava quase pronto, mas faltava o principal, que é o kernel do sistema operacional. O grupo liderado por Stallman estava desenvolvendo um kernel chamado Hurd. Porém, em 1991, aconteceu algo que mudou o rumo da História: um jovem finlandês chamado Linus Torvalds havia criado um kernel que poderia usar todas as peças do sistema operacional GNU. Este kernel ficou conhecido como Linux, contração de Linus e Unix.

Atualmente, o sistema operacional GNU com o kernel Linux é conhecido como GNU/Linux, que é como o projeto solicita aos utilizadores que se refiram ao sistema completo, embora a maioria das pessoas se referem ao sistema apenas como Linux por uma questão de comodidade.

Mas o próprio Linus Torvalds discorda da nomenclatura GNU/Linux, chamando seu Sistema Operacional apenas de Linux. A discussão e desentendimento entre Stallman e Torvalds prosseguem a cerca da correta nomenclatura a respeito do Sistema, arrastando também as opiniões dos inúmeros usuários e desenvolvedores do Sistema GNU/Linux (ou apenas Linux).

Fonte: wikipedia.org

0
agosto
18

Categorias de notebooks

Posted In: Tecnologia by Fabi Bombinha

Como tudo na informática, os portáteis podem ser divididos em categorias, que definem as combinações de tamanho e recursos mais usadas pelos fabricantes.

Antigamente, era comum que os portáteis fossem classificados em três categorias: laptops, notebooks e subnotebooks. Os laptops eram os modelos maiores, basicamente qualquer computador portátil o suficiente para que você pudesse colocá-lo no colo (”laptop” significa, literalmente, “no colo” ou “sobre o colo”) e usá-lo com relativo conforto. O notebook seria um aparelho menor, aproximadamente do tamanho de um caderno universitário (os IBM Thinkpad antigos são um bom exemplo), enquanto os subnotebooks eram os portáteis ainda mais compactos, que frequentemente sacrificavam o drive óptico e utilizavam processadores de baixo consumo para atingir o objetivo.

Um exemplo de subnotebook é o Toshiba Libretto, que foi relativamente popular durante a década de 1990. A configuração era fraca, mesmo se comparado com outros portáteis da época, mas em compensação ele era pouco maior que uma fita VHS e pesava apenas 850 gramas. O modelo mais rápido da safra inicial foi o Libretto 70, lançado em 1997. Ele era baseado em uma versão de baixo consumo do Pentium MMX, que operava a 120 MHz e suportava o uso até 32 MB de RAM. Uma das maiores limitações era a tela, de 640×480:

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A partir de um certo ponto, entretanto, cada vez mais fabricantes passaram a chamar seus portáteis de “notebooks”, independentemente do tamanho. Com isso a designação tradicional deixou de fazer sentido, de forma que hoje em dia podemos dizer que os termos “laptop” e “notebook” tornaram-se sinônimos.

No lugar da classificação tradicional, os fabricantes passaram a usar os termos “Desktop replacement” (substituto para o desktop), “Thin-and-light” (leve e fino) e “Ultraportable” (ultraportátil).

Os desktop replacement são notebooks maiores, com tela de 15″ ou mais (alguns chegam a usar telas de 21″!), desenvolvidos com o objetivo de serem confortáveis de usar sobre uma mesa e serem relativamente poderosos, sem tanta preocupação com a portabilidade ou com a autonomia das baterias.

Os thin-and-light já são modelos menores, com telas de 14″ ou menos, desenvolvidos com o objetivo de serem mais portáteis. Em geral, os thin-and-light preservam um teclado de dimensões normais e continuam sendo confortáveis de usar, apesar da tela um pouco menor. O menor espaço interno limita um pouco a seleção de processadores, mas isto não chega a ser ruim, pois deixa de fora processadores muito gastadores como os mobile Pentium 4 e mobile Athlon 64.

Finalmente, temos os ultraportáteis, modelos com tela de 12″ ou menos, que pesam menos de 1.7 kg. Para atingir esta marca, eles utilizam processadores de baixo consumo (e, consequentemente, de baixa frequência), teclados de dimensões reduzidas, drives ópticos miniaturizados (mais caros e difíceis de substituir em caso de defeito) ou drives externos e, em muitos casos, HDs de 1.8″ ou drives de estado sólido, de memória flash.

A questão do peso não é necessariamente uma regra. A Lenovo classifica o A100, como um ultraportátil por causa da tela de 12″, muito embora ele pese exatos 2 kg e tenha 3 centímetros de espessura, mais do que a maioria dos ultraportáteis, que ficam entre os 2 e 2.5 cm. Ele fica no limite entre o que seria considerado um thin-and-light e um ultraportátil:

index_html_6da34df5Lenovo A100

Na foto a seguir temos uma comparação entre um Acer 5043WLMI e um Sony Vaio GN-TX670P. O 5043WLMI está no limite entre a classificação de desktop replacement e thin-and-light (ele possui uma tela de 15.4″, mas é relativamente leve, pesando 2.85 kg). O GN-TX670P, por sua vez, é indiscutivelmente um ultraportátil, com tela de 11.1″ e apenas 1.26 kg. Ele utiliza um processador Pentium-M ULV de 1.2 GHz e um HD de 1.8″, da Fujitsu:

index_html_m6b5df203Acer 5043WLI e Sony Vaio GN-TX670P

Outro termo conhecido é o “desknote”, que tem duplo sentido. Atualmente, o uso mais comum é em relação aos notebooks maiores, no lugar do termo “desktop replacement”. Nesta conotação, um desknote é um notebook grande, pouco portável, feito para ser usado sobre a mesa.

Outro uso é em relação aos “desknotes” fabricados pela PC-Chips/ECS entre 2001 e 2005, uma classe de portáteis de baixo custo, sem bateria, que aproveitavam componentes usados em micros de mesa. A idéia era até boa, afinal, removendo a bateria, utilizando processadores de baixo custo e aproveitando projetos de placas-mãe para micros desktop, seria possível produzir notebooks relativamente baratos. Na prática, entretanto, acabou não dando muito certo, pois a pequena redução de preço acabava não sendo suficiente para compensar a perda de portabilidade. Os desknotes eram famosos também pela baixa qualidade e pelo uso de processadores de baixo desempenho, como os C3 e os Crusoe, vendidos sob a marca “GigaPro”. Existiram modelos baseados no Celeron P6 e no Athlon (as séries A901, A927 e A929), mas eles esquentavam bastante, resultando em problemas de estabilidade.

Outra categoria é a dos tablet-PCs, onde o uso de uma tela touch-screen permite que você use o notebook como uma espécie de bloco de anotações, navegando entre as funções usando uma stylus e usando um teclado onscreen ou um sistema de reconhecimento de escrita para a entrada de informações.

A maioria dos modelos atuais são “conversíveis”, ou seja, notebooks normais, onde você pode girar a tela touch-screen, fazendo com que ela se feche sobre o teclado. Desta forma, é possível usá-lo tanto como um notebook normal, como um tablet, de acordo com a situação:
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Somados aos recursos de reconhecimento de escrita e anotações, a solução acaba se tornando relativamente prática. O problema é que o baixo volume de produção faz com que os tablets tornem-se mais caros que um notebook “normal” de configuração equivalente, o que faz com que eles também fiquem restritos a nichos muito específicos.

Uma dica é que nas especificações de notebooks é comum que o peso seja informado em libras (pounds) ao invés de quilogramas, já que este é o padrão mais usado nos EUA. Neste caso é só fazer as contas. Uma libra internacional equivale a 454 gramas (453.59237g se quiser o número exato), de forma que um “6 pounds notebook” é um notebook que pesa aproximadamente 2.7 kg.

Muitos fabricantes ainda usam o termo “subnotebook” para aparelhos ainda menores, com menos de 1.2 kg, mas atualmente a designação está caindo em desuso, cedendo espaço para os termos “UMPC” e “MID”, que são as novas categorias de pesos leves. Você pode ler mais sobre eles neste artigo:

UMPCs e MIDs

No início de 2006 publiquei um artigo introduzindo a plataforma UMPC e especulando sobre as possibilidades de sucesso da plataforma. Pouco mais de um ano depois do anúncio oficial, podemos notar que o plano não deu muito certo. Os poucos modelos disponíveis são muito caros e as vendas ínfimas, tornando a plataforma mais um objeto de curiosidade, do que uma alternativa real. Vamos então revisitar o assunto, analisando o que deu errado e aproveitando para conhecer os MIDs, que podem vir a obter o sucesso que os UMPCs não conseguiram. Carlos E. Morimoto 10/05/2007

http://www.guiadohardware.net/artigos/umpcs-mids/

Em resumo, os UMPCs e MIDs são dispositivos intermediários, que se enquadram entre os notebooks e dispositivos menores, como celulares e palmtops. Eles são mais portáteis que os notebooks, mas são muito mais poderosos que os palmtops e são equipados com processadores x86, o que garante a compatibilidade com os aplicativos destinados a micros PC.

Originalmente, a plataforma UMPC era um projeto desenvolvido por um conjunto de fabricantes, com destaque para a Intel e Microsoft. O interesse de ambos era óbvio: a Intel pretendia vender mais processadores e chipsets e a Microsoft queria vender mais cópias do Vista.

A idéia era boa: criar uma plataforma de PCs ultra-compactos, menores, mais leves e com uma maior autonomia que os notebooks, equipados com processadores dual-core, aceleração 3D, wireless e, opcionalmente, também a opção de se conectar à web via GPRS, EVDO ou outra tecnologia de rede celular. Com um UMPC, você teria um PC que poderia levar com você o tempo todo, carregando seus aplicativos e arquivos, que permitiria que você se conectasse à web ou assistisse vídeos em qualquer lugar.

Apesar disso, plano não deu muito certo. Os poucos modelos disponíveis inicialmente eram muito caros e as vendas ínfimas, tornando a plataforma mais um objeto de curiosidade, do que uma alternativa real.

Um dos UMPCs mais bem sucedidos até a primeira metade de 2007 (pelo menos do ponto de vista técnico) foi o Sony VGN-UX1XN. Ele é um dos poucos modelos com potência suficiente para rodar o Vista:
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O problema é que o VGN-UX1XN custava, em maio de 2007, nada menos que 2000 euros, uma verdadeira bolada. Caso ele chegasse a ser vendido no Brasil, não custaria menos de 10.000 reais, dinheiro suficiente para comprar 5 notebooks low-end. O mesmo problema afetou todos os outros UMPCs lançados. Ou eles eram muito caros (a maioria dos modelos custava a partir de US$ 1.600), ou possuíam uma configuração muito fraca, ou ainda ambas as coisas combinadas, o que fez com que, sem excessão, todos tivessem vendas medíocres.

Apesar disso, a Intel não desistiu de criar uma nova plataforma que se encaixe entre o notebook e o smartphone e seja capaz de reforçar suas vendas. Surgiu então o “Handtop” (ou MID).

MID é a abreviação de “Mobile Internet Device”. A idéia central é oferecer um dispositivo portátil, baseado em um processador x86 que possa rodar um navegador, leitor de e-mail e comunicadores diversos. A principal diferença entre um MID e um UMPC é que o MID é baseado em um processador muito mais simples, possui menos memória e utiliza alguns poucos GB de memória flash no lugar do HD. A configuração mais fraca visa permitir o desenvolvimento de dispositivos mais baratos e ao mesmo tempo mais leves que os UMPCs.

Não existe um formato rígido a seguir. Os fabricantes podem criar produtos seguindo o conceito de “tablet”, usado nos UMPCs, com uma tela touch-screen e um teclado retrátil ou onscreen, ou criar “mini-notebooks”, com teclados completos e mouses touch-pad, porém mais leves que um notebook tradicional.

index_html_6c47e45eProtótipo de MID, rodando uma distribuição Linux customizada

O primeiro projeto ambicioso de MID dentro do modelo proposto pela Intel é o Asus Eee, um projeto derivado do Intel ClassMate, porém destinado ao uso geral e não apenas dentro do ramo educacional. Além de ser bastante compacto e portátil, ele chama a atenção pelo preço, com a versão mais simples custando apenas US$ 200 (no EUA).

O Eee é Ele é baseado em uma versão de baixo consumo do Pentium-M, baseada no core Dothan (ele ainda não é baseado no Menlow, embora ele possa vir a ser utilizado nas próximas versões do Eee). O processador opera a 900 MHz e faz par com um chipset Intel 910 e 512 MB de RAM (DDR2).

index_html_m43149ebeAsus Eee

Para cortar custos e reduzir o tamanho do aparelho, optaram por utilizar uma tela de apenas 7″, com resolução de 800×480. Assim como no caso dos processadores, o preço das telas de LCD é diretamente relacionado ao tamanho. Isso faz com que a tela de 7 polegadas do Eee custe quase um oitavo do preço de uma tela de 19″, como as usadas em monitores para desktops. Se calcularmos que hoje já é possível comprar um LCD de 19″ (ou EUA) por menos de US$ 300, vemos que a tela usada no Eee pode ser muito barata se produzida em quantidade.

O Eee inclui também uma placa wireless, placa de rede, modem, som e portas USB como qualquer notebook. Ele usa uma bateria de quatro células (a maioria dos notes usa baterias de 6 células), mas devido ao baixo consumo geral, ela dura cerca de 3 horas.

O HD foi substituído por uma unidade de estado sólido de 4, 8 ou 16 GB (de acordo com o modelo). A memória flash caiu muito de preço nos últimos meses (já temos pendrives de 2 GB por menos de 70 reais, mesmo aqui no Brasil) de forma que, apesar da redução na capacidade, usar 8 ou mesmo 16 GB de memória flash já é mais barato do que usar um HD.

Como era de se esperar, o Eee roda uma distribuição Linux otimizada para o aparelho (baseada no Xandros). A proposta é que ele seja fácil de usar com foco no público geral, que quer um aparelho portátil para acessar a web e rodar aplicativos leves, dai o nome “Eee” (Easy to work, Easy to learn, Easy to play).

Ao contrário de um palmtop, que utiliza um processador ARM e um sistema operacional próprio, o Eee é um PC, de forma que nada impede que a distribuição Linux pré-instalada seja substituída por outra distribuição, ou até mesmo por alguma versão do Windows, desde que você consiga instalar o sistema através de um pendrive ou CD-ROM USB e seja capaz de configurar o sistema e otimizá-lo para rodar dentro das limitações do aparelho.

Fonte: www.guiadohardware.net

0
agosto
15

“A utilização de computadores com multiterminais agora ficou ainda mais fácil. A equipe do projeto MULTILINUX, coordenada pelo Prof. Ronald Costa, acaba de disponibilizar uma solução para implementar som para todas as cabeças de um sistema com multiterminais. A solução foi apresentada por um integrante da equipe, Marcio Kleber M. Torres, e pode ser implementada de maneira simples e muito barata, utilizando placas de som USB.

O aúdio antes era compartilhado, e todos os usuário tinham o seu som mixado na saída de aúdio da única placa de som que o sistema possuía, diz Ronald Costa. Agora pode ser dividido de maneira que cada usuário pode ter o seu aúdio de maneira independente.

Fonte: br-linux.org

0
agosto
10

Caneta grava tudo o que você escreve


A Epos Technologies lançou uma caneta com um recurso bem interessante. Ela é capaz de gravar todos os movimentos que você faz com ela em um dispositivo pendrive. Ótimo para quem tem problemas de memória e vive esquecendo seu bloco de notas e, péssimo para quem ainda a desculpa do “cachorro que comeu a lição de casa”. A empresa sugere US$ 79 por unidade, mas a caneta só deve chegar ao mercado no final de dezembro.

Fonte: tecnologia.ig.com.br

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